Desativar modo grafico;
sudo update-rc.d gdm remove
Ativar novamente:
sudo update-rc.d gdm defaults
Abraços!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Executar SCRIPT na inicialização do Ubuntu
Essa dica é para quem não sabe como colocar um script na inicialização do sistema. Como se sabe, em distros como o Slackware basta você colocar seu script ou chamá-lo através do /etc/rc.d/rc.local.
Porém o Ubuntu e Debian não tem esse arquivo, então como fazer??? Muito simples. Basta você criar seu script dentro da pasta /etc/init.d. Exemplo:
# joe /etc/init.d/meuscript
Porém o Ubuntu e Debian não tem esse arquivo, então como fazer??? Muito simples. Basta você criar seu script dentro da pasta /etc/init.d. Exemplo:
# joe /etc/init.d/meuscript
#!/bin/bash
echo "Olá mundo"
echo "Olá mundo"
Agora é só dar a permissão para execução:
# chmod 755 /etc/init.d/meuscript
Quase pronto, agora é só colocar para inicializar junto com o sistema:
# update-rc.d meuscript defaults
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Monitoramento com o NAGIOS
Imagine monitorar todos seus servidores, bem como serviços que eles dispõe. Imagine que você poderá receber por e-mail tudo que ocorre em seus servidores, informando a hora que um serviço parou e/ou voltou a funcionar. Imagine que você possa acessar este monitoramento de qualquer parte do mundo, bastando claro o seu servidor ter acesso a internet.
A grande função do NAGIOS é essa, monitorar tudo o que puder.
Aqui vai uma breve explicação extraída da fonte de informação Wikipédia:
"Nagios é uma popular aplicação de monitoração de rede de código aberto e licenciado pelo sistema GPL. Ele pode monitorar tanto hosts quanto serviços, alertando-o quando ocorrerem problemas e também quando os problemas forem resolvidos.
O Nagios foi originalmente criado sob o nome de Netsaint, foi escrito e é atualmente mantido por Ethan Galstad, junto com um exército de desenvolvedores que ativamente mantém plugins oficiais e não-oficiais."
Requisitos necessários:
Servidor web baseado em Apache2 completo, existem muitos artigos que explicariam melhor que eu agora a instalar um servidor web.
Continuando o artigo, Primeiramente vamos partir do ponto que você já tem um sistema operacional Linux totalmente instalado e funcional.
DICA: Faça uma instalação full do sistema operacional, todos os componentes. Friso isso pois é muito chato você desejar instalar um novo servidor e ter problemas com bibliotecas C#, C++, Make, mod_php5, entre outros. Instale tudo!
1. adicione os usuários e grupos:
# useradd nagios
# useradd nagcmd
# groupadd nagios
# groupadd www-data
# mkdir /usr/local/nagios
# usermod -g nagios nagios
# usermod -g nagcmd nagios
# usermod -g www-data nagcmd
2. Baixe o pacote do nagios em:
Download nagios-3.0.4.tar.gz - Sourceforge.net
Caso o link não funcione, baixe pelo site do desenvolvedor:
Nagios.org download
3. Salve em uma pasta separada, de preferência /opt/nagios/ e descompacte o pacote do nagios:
# tar xvfz nagios-3.0.tar.gz
# cd nagios-3.0
4. Instale o nagios:
# ./configure --with-command-group=www-data
# make all
# make install
# make install-init
# make install-config
# make install-commandmode
5. Copie todo seu conteúdo da pasta "contrib" para /usr/local/nagios/libexec:
# cd /opt/nagios-3.0/contrib/
# cp -Rf * /usr/local/nagios/libexec
6. Vamos instalar os plugins.
Baixe em:
Download nagios-plugins-1.4.13.tar.gz - Sourceforge.net
Caso o link não funcione, baixe no site do desenvolvedor em:
Nagios.org download
Salve na pasta onde foi descompactado o nagios e descompacte o arquivo nagios-plugins-1.4.11.tar.gz usando o comando:
# tar xvfz nagios-plugins-1.4.11.tar.gz
Acesse a pasta nagios-plugins-1.4.11 e:
# ./configure
# make all
# make install
7. Adicione o Nagios no Apache, o arquivo de configuração do Apache vai depender da sua instalação, aqui por padrão, que usei como exemplo em Red Hat 4 AS, é:
# vi /etc/httpd/conf/httpd.conf
Dentro do arquivo, adicione no final:
Obs.: Novamente atente as localizações, pois dependendo de onde você ordenou a instalação do Nagios, deve-se mudar os parâmetros. FIQUE ATENTO!
8. Teste se os arquivos de configurações estão corretos:
# /usr/local/nagios/bin/nagios -v /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg
Se receber confirmação de ok, perfeito, caso contrário verifique os arquivos de configuração localizados em /usr/local/nagios/etc ou /usr/local/nagios/etc/objects.
9. Altere as permissões de cgi:
# vi /usr/local/nagios/etc/cgi.cfg
E na linha "use_authentication" altere o valor de "1" para "0".
Obs.: Estou tirando a autenticação apenas para agilizar a implementação, após isto vamos voltar a autenticação.
10. Inicie o serviço:
# /etc/init.d/nagios start
11. Teste:
http://ipdoservidor/nagios
A grande função do NAGIOS é essa, monitorar tudo o que puder.
Aqui vai uma breve explicação extraída da fonte de informação Wikipédia:
"Nagios é uma popular aplicação de monitoração de rede de código aberto e licenciado pelo sistema GPL. Ele pode monitorar tanto hosts quanto serviços, alertando-o quando ocorrerem problemas e também quando os problemas forem resolvidos.
O Nagios foi originalmente criado sob o nome de Netsaint, foi escrito e é atualmente mantido por Ethan Galstad, junto com um exército de desenvolvedores que ativamente mantém plugins oficiais e não-oficiais."
Instalação do Nagios
Desta vez não vou propor uma instalação via RPM ou APT-GET pois não foi encontrado maiores dificuldades em instalar via fontes. A dificuldade foi mesmo curiosa, encontrar pacotes rpm para Nagios atualizados.Requisitos necessários:
Servidor web baseado em Apache2 completo, existem muitos artigos que explicariam melhor que eu agora a instalar um servidor web.
Continuando o artigo, Primeiramente vamos partir do ponto que você já tem um sistema operacional Linux totalmente instalado e funcional.
DICA: Faça uma instalação full do sistema operacional, todos os componentes. Friso isso pois é muito chato você desejar instalar um novo servidor e ter problemas com bibliotecas C#, C++, Make, mod_php5, entre outros. Instale tudo!
1. adicione os usuários e grupos:
# useradd nagios
# useradd nagcmd
# groupadd nagios
# groupadd www-data
# mkdir /usr/local/nagios
# usermod -g nagios nagios
# usermod -g nagcmd nagios
# usermod -g www-data nagcmd
2. Baixe o pacote do nagios em:
Download nagios-3.0.4.tar.gz - Sourceforge.net
Caso o link não funcione, baixe pelo site do desenvolvedor:
Nagios.org download
3. Salve em uma pasta separada, de preferência /opt/nagios/ e descompacte o pacote do nagios:
# tar xvfz nagios-3.0.tar.gz
# cd nagios-3.0
4. Instale o nagios:
# ./configure --with-command-group=www-data
# make all
# make install
# make install-init
# make install-config
# make install-commandmode
5. Copie todo seu conteúdo da pasta "contrib" para /usr/local/nagios/libexec:
# cd /opt/nagios-3.0/contrib/
# cp -Rf * /usr/local/nagios/libexec
6. Vamos instalar os plugins.
Baixe em:
Download nagios-plugins-1.4.13.tar.gz - Sourceforge.net
Caso o link não funcione, baixe no site do desenvolvedor em:
Nagios.org download
Salve na pasta onde foi descompactado o nagios e descompacte o arquivo nagios-plugins-1.4.11.tar.gz usando o comando:
# tar xvfz nagios-plugins-1.4.11.tar.gz
Acesse a pasta nagios-plugins-1.4.11 e:
# ./configure
# make all
# make install
7. Adicione o Nagios no Apache, o arquivo de configuração do Apache vai depender da sua instalação, aqui por padrão, que usei como exemplo em Red Hat 4 AS, é:
# vi /etc/httpd/conf/httpd.conf
Dentro do arquivo, adicione no final:
# PAINEL NAGIOS
ScriptAlias /nagios/cgi-bin /usr/local/nagios/sbin
Options ExecCGI
AllowOverride None
Order allow,deny
Allow from all
Alias /nagios /usr/local/nagios/share
Allow from all
ScriptAlias /nagios/cgi-bin /usr/local/nagios/sbin
Options ExecCGI
AllowOverride None
Order allow,deny
Allow from all
Alias /nagios /usr/local/nagios/share
Allow from all
Obs.: Novamente atente as localizações, pois dependendo de onde você ordenou a instalação do Nagios, deve-se mudar os parâmetros. FIQUE ATENTO!
8. Teste se os arquivos de configurações estão corretos:
# /usr/local/nagios/bin/nagios -v /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg
Se receber confirmação de ok, perfeito, caso contrário verifique os arquivos de configuração localizados em /usr/local/nagios/etc ou /usr/local/nagios/etc/objects.
9. Altere as permissões de cgi:
# vi /usr/local/nagios/etc/cgi.cfg
E na linha "use_authentication" altere o valor de "1" para "0".
Obs.: Estou tirando a autenticação apenas para agilizar a implementação, após isto vamos voltar a autenticação.
10. Inicie o serviço:
# /etc/init.d/nagios start
11. Teste:
http://ipdoservidor/nagios
Configurações Nagios
As configurações do Nagios são fáceis e intuitivas, mas bem detalhistas. Dependendo do local da instalação as configurações ficam em:
/usr/local/nagios/nagios.cfg
/usr/local/nagios/cgi.cfg
A configuração do Nagios é dividida em 2 partes:
1. servidor e serviço em si.
Peço para que leiam com calma o arquivo nagios.cfg, nele ficam todas as configurações. Neste artigo vou comentar o essencial:
/usr/local/nagios/nagios.cfg
/usr/local/nagios/cgi.cfg
A configuração do Nagios é dividida em 2 partes:
1. servidor e serviço em si.
Peço para que leiam com calma o arquivo nagios.cfg, nele ficam todas as configurações. Neste artigo vou comentar o essencial:
# Localização do log
log_file=/usr/local/nagios/var/nagios.log
# Localização dos arquivos de configurações a serem checados:
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/commands.cfg
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/contacts.cfg
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/timeperiods.cfg
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/templates.cfg
# Localização do arquivo de configuração para monitorar a máquina local
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/localhost.cfg
# Localização do arquivo de configuração para monitorar Windows
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/windows.cfg
# Localização do arquivo de configuração para monitorar roteadores e switches
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/switch.cfg
# Localização do arquivos de configuração para monitorar impressoras
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/printer.cfg
Configurações dos hosts
Agora vamos definir quais máquinas vamos checar, quais serviços, IPs e tudo mais.
Novamente depende da localização da instalação:
/usr/local/nagios/etc/objects/commands.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/localhost.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/printer.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/switch.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/windows.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/contacts.cfg
Vamos acessar o arquivo localhost.cfg.
Logo no início do arquivo você vai visualizar uma seção chamada HOST DEFINITION, na qual vai definir os parâmetros da máquina local. Altere o ip e o alias de sua preferência.
2. Outra seção que merece atenção é:
Nela você define grupos e quem pertence a este grupo, no caso os servidores.
3. Esta última seção também é muito importante, pois determina quais serviços serão checados para cada servidor.
Existem dezenas de serviços, escolha qual lhe atende e copie e cole novos, comente os que não utilizará.
Detalhe importante: Evite apagar os parâmetros e linhas, de preferência apenas comente-as, pois vai lhe salvar de muitos problemas futuros.
log_file=/usr/local/nagios/var/nagios.log
# Localização dos arquivos de configurações a serem checados:
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/commands.cfg
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/contacts.cfg
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/timeperiods.cfg
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/templates.cfg
# Localização do arquivo de configuração para monitorar a máquina local
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/localhost.cfg
# Localização do arquivo de configuração para monitorar Windows
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/windows.cfg
# Localização do arquivo de configuração para monitorar roteadores e switches
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/switch.cfg
# Localização do arquivos de configuração para monitorar impressoras
cfg_file=/usr/local/nagios/etc/objects/printer.cfg
Configurações dos hosts
Agora vamos definir quais máquinas vamos checar, quais serviços, IPs e tudo mais.
Novamente depende da localização da instalação:
/usr/local/nagios/etc/objects/commands.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/localhost.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/printer.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/switch.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/windows.cfg
/usr/local/nagios/etc/objects/contacts.cfg
Vamos acessar o arquivo localhost.cfg.
Logo no início do arquivo você vai visualizar uma seção chamada HOST DEFINITION, na qual vai definir os parâmetros da máquina local. Altere o ip e o alias de sua preferência.
# HOST DEFINITION
define host{
use linux-server ; Name of host template to use
; This host definition will inherit all variables that are defined
; in (or inherited by) the linux-server host template definition.
host_name localhost
alias localhost
address 192.168.10.11
}
define host{
use linux-server ; Name of host template to use
; This host definition will inherit all variables that are defined
; in (or inherited by) the linux-server host template definition.
host_name localhost
alias localhost
address 192.168.10.11
}
2. Outra seção que merece atenção é:
# HOST GROUP DEFINITION
# Define an optional hostgroup for Linux machines
define hostgroup{
hostgroup_name servidores-linux ; The name of the hostgroup
alias Servidores Linux ; Long name of the group
members localhost,squid,server2,server3,dbserver,server4,samba,saopaulo,newyork ; Comma separated list of hosts that belong to this group
}
# Define an optional hostgroup for Linux machines
define hostgroup{
hostgroup_name servidores-linux ; The name of the hostgroup
alias Servidores Linux ; Long name of the group
members localhost,squid,server2,server3,dbserver,server4,samba,saopaulo,newyork ; Comma separated list of hosts that belong to this group
}
Nela você define grupos e quem pertence a este grupo, no caso os servidores.
3. Esta última seção também é muito importante, pois determina quais serviços serão checados para cada servidor.
# SERVICE DEFINITIONS
#####->PING<-#######
define service{
use local-service ; Name of service template to use
host_name localhost
service_description PING
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60%
}
define service{
use local-service ; Name of service template to use
host_name squid
service_description PING
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60%
}
#####->PING<-#######
define service{
use local-service ; Name of service template to use
host_name localhost
service_description PING
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60%
}
define service{
use local-service ; Name of service template to use
host_name squid
service_description PING
check_command check_ping!100.0,20%!500.0,60%
}
Existem dezenas de serviços, escolha qual lhe atende e copie e cole novos, comente os que não utilizará.
Detalhe importante: Evite apagar os parâmetros e linhas, de preferência apenas comente-as, pois vai lhe salvar de muitos problemas futuros.
Arquivo printer.cfg
Neste arquivo você configura para monitorar uma impressora de rede, a sintaxe é idêntica ao arquivo anterior, com suas devidas seções.# HOST DEFINITIONS - Definição de host, ip, grupo
# Define a host for the printer we'll be monitoring
define host{
use generic-printer ; Inherit default values from a template
host_name Canon iPR Server T1 Ver1.0 ; The name we're giving to this printer
alias Canon iPR Server T1 Ver1.0(BOTAFOGO) ; A longer name associated with the printer
address 192.168.80.50 ; IP address of the printer
hostgroups network-printers ; Host groups this printer is associated with
}
# HOST GROUP DEFINITIONS - Definição do grupo, nomes.
# A hostgroup for network printers
define hostgroup{
hostgroup_name network-printers ; The name of the hostgroup
alias Impressoras REDE ; Long name of the group
}
# SERVICE DEFINITIONS - Define os serviços a serem checados
define service{
use generic-service
host_name Canon iPR Server T1 Ver1.0
service_description PING
check_command check_ping!3000.0,80%!5000.0,100%
normal_check_interval 10
retry_check_interval 1
}
Arquivo switch.cfg
# Define a host for the printer we'll be monitoring
define host{
use generic-printer ; Inherit default values from a template
host_name Canon iPR Server T1 Ver1.0 ; The name we're giving to this printer
alias Canon iPR Server T1 Ver1.0(BOTAFOGO) ; A longer name associated with the printer
address 192.168.80.50 ; IP address of the printer
hostgroups network-printers ; Host groups this printer is associated with
}
# HOST GROUP DEFINITIONS - Definição do grupo, nomes.
# A hostgroup for network printers
define hostgroup{
hostgroup_name network-printers ; The name of the hostgroup
alias Impressoras REDE ; Long name of the group
}
# SERVICE DEFINITIONS - Define os serviços a serem checados
define service{
use generic-service
host_name Canon iPR Server T1 Ver1.0
service_description PING
check_command check_ping!3000.0,80%!5000.0,100%
normal_check_interval 10
retry_check_interval 1
}
Arquivo switch.cfg
Neste arquivo você configura para monitorar roteadores, switches na rede, a sintaxe é idêntica ao arquivo anterior, com suas devidas seções.
# HOST DEFINITIONS - Definições de nome, ip, alias, grupo
# Define the switch that we'll be monitoring
define host{
use generic-switch ; Inherit default values from a template
host_name roteador_espanha ; The name we're giving to this switch
alias Roteador espanha ; A longer name associated with the switch
address 192.168.75.5 ; IP address of the switch
hostgroups roteadores ; Host groups this switch is associated with
}
# HOST GROUP DEFINITIONS - Definições de grupo, nome.
# Create a new hostgroup for switches
define hostgroup{
hostgroup_name roteadores ; The name of the hostgroup
alias Roteadores ; Long name of the group
}
# SERVICE DEFINITIONS - Definição de serviços
# Create a service to PING to switch
define service{
use generic-service ; Inherit values from a template
host_name roteador_botafogo ; The name of the host the service is associated with
service_description PING ; The service description
check_command check_ping!200.0,20%!600.0,60% ; The command used to monitor the service
normal_check_interval 5 ; Check the service every 5 minutes under normal conditions
retry_check_interval 1 ; Re-check the service every minute until its final/hard state is determined
Arquivo switch.cfg
# Define the switch that we'll be monitoring
define host{
use generic-switch ; Inherit default values from a template
host_name roteador_espanha ; The name we're giving to this switch
alias Roteador espanha ; A longer name associated with the switch
address 192.168.75.5 ; IP address of the switch
hostgroups roteadores ; Host groups this switch is associated with
}
# HOST GROUP DEFINITIONS - Definições de grupo, nome.
# Create a new hostgroup for switches
define hostgroup{
hostgroup_name roteadores ; The name of the hostgroup
alias Roteadores ; Long name of the group
}
# SERVICE DEFINITIONS - Definição de serviços
# Create a service to PING to switch
define service{
use generic-service ; Inherit values from a template
host_name roteador_botafogo ; The name of the host the service is associated with
service_description PING ; The service description
check_command check_ping!200.0,20%!600.0,60% ; The command used to monitor the service
normal_check_interval 5 ; Check the service every 5 minutes under normal conditions
retry_check_interval 1 ; Re-check the service every minute until its final/hard state is determined
Arquivo switch.cfg
Neste arquivo você configura para monitorar roteadores, switches na rede, a sintaxe é idêntica ao arquivo anterior, com suas devidas seções.
# HOST DEFINITIONS - Definições de nome, ip, alias, grupo
# Define the switch that we'll be monitoring
define host{
use generic-switch ; Inherit default values from a template
host_name roteador_espanha ; The name we're giving to this switch
alias Roteador espanha ; A longer name associated with the switch
address 192.168.75.5 ; IP address of the switch
hostgroups roteadores ; Host groups this switch is associated with
}
# HOST GROUP DEFINITIONS - Definições de grupo, nome.
# Create a new hostgroup for switches
define hostgroup{
hostgroup_name roteadores ; The name of the hostgroup
alias Roteadores ; Long name of the group
}
# SERVICE DEFINITIONS - Definição de serviços
# Create a service to PING to switch
define service{
use generic-service ; Inherit values from a template
host_name roteador_botafogo ; The name of the host the service is associated with
service_description PING ; The service description
check_command check_ping!200.0,20%!600.0,60% ; The command used to monitor the service
normal_check_interval 5 ; Check the service every 5 minutes under normal conditions
retry_check_interval 1 ; Re-check the service every minute until its final/hard state is determined
# Define the switch that we'll be monitoring
define host{
use generic-switch ; Inherit default values from a template
host_name roteador_espanha ; The name we're giving to this switch
alias Roteador espanha ; A longer name associated with the switch
address 192.168.75.5 ; IP address of the switch
hostgroups roteadores ; Host groups this switch is associated with
}
# HOST GROUP DEFINITIONS - Definições de grupo, nome.
# Create a new hostgroup for switches
define hostgroup{
hostgroup_name roteadores ; The name of the hostgroup
alias Roteadores ; Long name of the group
}
# SERVICE DEFINITIONS - Definição de serviços
# Create a service to PING to switch
define service{
use generic-service ; Inherit values from a template
host_name roteador_botafogo ; The name of the host the service is associated with
service_description PING ; The service description
check_command check_ping!200.0,20%!600.0,60% ; The command used to monitor the service
normal_check_interval 5 ; Check the service every 5 minutes under normal conditions
retry_check_interval 1 ; Re-check the service every minute until its final/hard state is determined
Arquivo contacts.cfg
Este arquivo é de extrema importância, pois ele define quem será avisado caso aconteça algo com alguma máquina, servidor, impressora e roteadores.
É um arquivo pequeno que contém e-mail do administrador.
É um arquivo pequeno que contém e-mail do administrador.
# CONTACTS
# Just one contact defined by default - the Nagios admin (that's you)
# This contact definition inherits a lot of default values from the 'generic-contact'
# template which is defined elsewhere.
define contact{
contact_name nagiosadmin ; Short name of user
use generic-contact ; Inherit default values from generic-contact template (defined above)
alias Administrador do Nagios ; Full name of user
email email@empresa.gov.br, cemail2@empresa.com.br ; <<***** CHANGE THIS TO YOUR EMAIL ADDRESS ******
}
# CONTACT GROUPS - Define o nome do grupo bem como seus contatos do grupo.
# We only have one contact in this simple configuration file, so there is
# no need to create more than one contact group.
define contactgroup{
contactgroup_name admins
alias Nagios Administrators
members nagiosadmin
}
# Just one contact defined by default - the Nagios admin (that's you)
# This contact definition inherits a lot of default values from the 'generic-contact'
# template which is defined elsewhere.
define contact{
contact_name nagiosadmin ; Short name of user
use generic-contact ; Inherit default values from generic-contact template (defined above)
alias Administrador do Nagios ; Full name of user
email email@empresa.gov.br, cemail2@empresa.com.br ; <<***** CHANGE THIS TO YOUR EMAIL ADDRESS ******
}
# CONTACT GROUPS - Define o nome do grupo bem como seus contatos do grupo.
# We only have one contact in this simple configuration file, so there is
# no need to create more than one contact group.
define contactgroup{
contactgroup_name admins
alias Nagios Administrators
members nagiosadmin
}
Extra
Após tudo configurado, como fazer que o Nagios monitore máquinas Windows? Existem diversos programas e exemplos que permitem esta facilidade, vou mostrar a que utilizo há 2 anos.
O software que deve ser instalado na máquina Windows chama-se NSClient++ e pode ser adquirido em:
Download NSClient++ - Sourceforge.net
Caso o link não funcione, acesse o site do desenvolvedor em:
NSClient++ - Sourceforge.net
1. Instale o software.
2. Acesse o prompt do MSDOS.
3. Dentro do prompt do MSDOS entre no diretório C:\NSClient++ (ou na pasta que você instalou).
4. Digite:
nsclient++ /install
5. Digite:
nsclient++ systray
6. Clicar no menu iniciar > executar e digitar: services.msc
7. Dentro do Services localizar o serviço "NSClientpp (Nagios) ", abra-o. Vai abrir uma janela onde deveremos clicar na aba "logon" e setar o seguinte serviço: "Permitir que o serviço interaja com a área de trabalho".
8. Aplique e OK.
9. Antes de iniciar o serviço "NSClientpp (Nagios)" devemos configurar dois arquivos importantes: NSC.ini e o counters.defs, que estão dentro da pasta descompactada.
NSC.ini: Descomente as linhas com os módulos dll, deixando comentado somente o NRPEL, ficando desta forma:
Encontre a linha "NSCLIENT PORT NUMBER" e descomente a linha onde mostra o número da porta "port=12489". Lembre-se de descomentar a linha, ficando desta forma:
Para finalizar encontre o a linha "ALLOWED HOST ADDRESSES" e coloque o IP do servidor nagios. Na linha "allowed_hosts=IP_SERVIDOR_NAGIOS". Lembre-se de descomentar a linha, ficando desta forma:
Agora o counters.defs: localize a linha "Portuguese_BR" e o substitua pela linha abaixo:
[0x0416]
Description = "Portuguese_BR"
W2K_SystemTotalProcessorTime = "\Processador(_Total)\% tempo de processador"
W2K_SystemSystemUpTime = "\Sistema\Tempo de ativação do sistema"
W2K_MemoryCommitLimit = "\Memória\Limite de confirmação"
W2K_MemoryCommitByte = "\Memória\Bytes confirmados"
O software que deve ser instalado na máquina Windows chama-se NSClient++ e pode ser adquirido em:
Download NSClient++ - Sourceforge.net
Caso o link não funcione, acesse o site do desenvolvedor em:
NSClient++ - Sourceforge.net
1. Instale o software.
2. Acesse o prompt do MSDOS.
3. Dentro do prompt do MSDOS entre no diretório C:\NSClient++ (ou na pasta que você instalou).
4. Digite:
nsclient++ /install
5. Digite:
nsclient++ systray
6. Clicar no menu iniciar > executar e digitar: services.msc
7. Dentro do Services localizar o serviço "NSClientpp (Nagios) ", abra-o. Vai abrir uma janela onde deveremos clicar na aba "logon" e setar o seguinte serviço: "Permitir que o serviço interaja com a área de trabalho".
8. Aplique e OK.
9. Antes de iniciar o serviço "NSClientpp (Nagios)" devemos configurar dois arquivos importantes: NSC.ini e o counters.defs, que estão dentro da pasta descompactada.
NSC.ini: Descomente as linhas com os módulos dll, deixando comentado somente o NRPEL, ficando desta forma:
FileLogger.dll
CheckSystem.dll
CheckDisk.dll
NSClientListener.dll
;NRPEListener.dll
SysTray.dll
CheckEventLog.dll
CheckHelpers.dll
CheckSystem.dll
CheckDisk.dll
NSClientListener.dll
;NRPEListener.dll
SysTray.dll
CheckEventLog.dll
CheckHelpers.dll
Encontre a linha "NSCLIENT PORT NUMBER" e descomente a linha onde mostra o número da porta "port=12489". Lembre-se de descomentar a linha, ficando desta forma:
port=12489
Para finalizar encontre o a linha "ALLOWED HOST ADDRESSES" e coloque o IP do servidor nagios. Na linha "allowed_hosts=IP_SERVIDOR_NAGIOS". Lembre-se de descomentar a linha, ficando desta forma:
allowed_hosts= 192.168.76.43 ;servidor nagios
Agora o counters.defs: localize a linha "Portuguese_BR" e o substitua pela linha abaixo:
[0x0416]
Description = "Portuguese_BR"
W2K_SystemTotalProcessorTime = "\Processador(_Total)\% tempo de processador"
W2K_SystemSystemUpTime = "\Sistema\Tempo de ativação do sistema"
W2K_MemoryCommitLimit = "\Memória\Limite de confirmação"
W2K_MemoryCommitByte = "\Memória\Bytes confirmados"
Controle de Banda
#!/bin/bash
# ip's que entraram no controle da banda
ips='10.1.1.2 10.1.1.3 10.1.1.23'
# "Eth" que tera o controle de banda
p_rede="eth0"
# Velocidade para os clientes
velocidade=256kbit
# LIMPANDO TUDO
tc qdisc del dev $p_rede root
tc qdisc add dev $p_rede root handle 1:0 htb default 1000
count=1
for IPS in $ips
do
tc class add dev $p_rede parent 1:0 classid 1:$count htb rate $velocidade
tc filter add dev $p_rede protocol ip parent 1:0 prio 1 u32 match ip dst $IPS flowid 1:$count
tc filter add dev $p_rede protocol ip parent 1:0 prio 1 u32 match ip src $IPS flowid 1:$count
count=`expr $count + 1`
done
# ip's que entraram no controle da banda
ips='10.1.1.2 10.1.1.3 10.1.1.23'
# "Eth" que tera o controle de banda
p_rede="eth0"
# Velocidade para os clientes
velocidade=256kbit
# LIMPANDO TUDO
tc qdisc del dev $p_rede root
tc qdisc add dev $p_rede root handle 1:0 htb default 1000
count=1
for IPS in $ips
do
tc class add dev $p_rede parent 1:0 classid 1:$count htb rate $velocidade
tc filter add dev $p_rede protocol ip parent 1:0 prio 1 u32 match ip dst $IPS flowid 1:$count
tc filter add dev $p_rede protocol ip parent 1:0 prio 1 u32 match ip src $IPS flowid 1:$count
count=`expr $count + 1`
done
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Iphone - Pirata CHIP - VIVO, OI, CLARO, TIM ... EM ESTADO DE EMERGÊNCIA
Fala galera ... devido ao grande número de pessoas com o problema do Hiphone, ou outros aparelhos Chineses, que não reconhecerem o chip, das operadoras (Vivo, claro, oi, tim ...), ou ainda reconhece mas fica aparecendo apenas emergência vou disponibilizar este tutorial para facilitar sua vida. =)
Bom para isso é necessário mudar o IMEI de seu aparelho, então vamos fazer o download desses 2 programas.
Drivers Mt 6227
http://www.megaupload.com/?d=ZTDKBUP9
MTK IMEI
http://www.megaupload.com/?d=YFD4OCBP
Oprograma Drivers Mt 6227 será utilizado apenas se o seu computador não reconhecer o aparelho, caso contráio vamos pular essa etapa.
Lique o Celular no pc na porta USB. Ele tentará reconheçer o celular, se aparecer dizendo que drive é Inesistente, Faça o seguinte, vá em Meu Computador (Com o botão direito do mouse) > Propriedades> Hardware > Gerenciador de dispositivo e procure o drive q está com uma interrogação, deve ser o MT6235 ou algo do tipo. Ai coloque pra procurar em avançado, e localize dentro do arquivo q vc baixou a pasta drives. E pronto, ele irá dar um erro mas coloque continuar assim mesmo.
Agora no celular como se você fosse fazer uma ligação normalmente:
Digite *#06#
confira se as 2 numerações de IMEI estão iguais ou começando com 1. então ANOTE!!!.
Ainda no Celular
Digite no celular !!!!
*#3646633# - opção 2 "dispositivo",
depois
opção 7 "Ajuste do Uart"
opção 1 "UART Setting"
opção 2 mude para USB Port.
então clique em OK ou esta bem, o celular vai desligar em 3 segundos isso é normal.
"ATENÇÃO"
Retire os chip's do celular e ligue.
Anote o Imei do celular, q está atraz da Bateria, só os 14 primeiros digitos, o ultimo não precisa.
Instale e abra o programa "MTK EMEI" - EMEI.
conecte o cel ao computador.
No pc, vá em painel de controle > sistema > aba hardware > gerenciador de dispositivo > procure por Portas COM e veja onde está o seu cel (vai estar +- USB ....COMX, onde X é o número da porta com q seu cel está, anote esse número.
No computador, entre no programa IMEI e vá na aba (Configuration)...
depois clique em "enter configuration mode"...
coloque a senha em maiúscula: MIADM (e clique em ok)...
Coloque o número da porta COM (que vc descobriu acima) no campo "COM§°:"
selecione "write sim card 2 emei" o meu deu certo com a "write sim card 2 emei" veja qual o slot aparece Emergência.
No campo "Current IMEI" apague o que vai estar lá (talvez esteja vazio) e coloque os 14 digitos copiados do cel (esqueça o 15° número).
Deixe desmarcada a opção AUTO GENERATE IMEI
Clique em "save all configurations"
Após isso o programa vai pedir para ser fechado. feche-o e o abra em seguida.
Na aba OPERATION vai estar o IMEI INPUT...veja se é o mesmo número que você colocou anteriormente. No meu não constava o IMEI nesse campo, ai eu digitei ele novamente.
Clique em "start".
Pronto... feche o programa.... desconecte o cel do computador..
Desligue o cel... espere alguns segundos coloque o chip e religue-o.
Já deve estar funcionando normalmente....
Pronto ... agora é só colocar o chip e falar a vontade...
abraços
Bom para isso é necessário mudar o IMEI de seu aparelho, então vamos fazer o download desses 2 programas.
Drivers Mt 6227
http://www.megaupload.com/?d=ZTDKBUP9
MTK IMEI
http://www.megaupload.com/?d=YFD4OCBP
Oprograma Drivers Mt 6227 será utilizado apenas se o seu computador não reconhecer o aparelho, caso contráio vamos pular essa etapa.
Lique o Celular no pc na porta USB. Ele tentará reconheçer o celular, se aparecer dizendo que drive é Inesistente, Faça o seguinte, vá em Meu Computador (Com o botão direito do mouse) > Propriedades> Hardware > Gerenciador de dispositivo e procure o drive q está com uma interrogação, deve ser o MT6235 ou algo do tipo. Ai coloque pra procurar em avançado, e localize dentro do arquivo q vc baixou a pasta drives. E pronto, ele irá dar um erro mas coloque continuar assim mesmo.
Agora no celular como se você fosse fazer uma ligação normalmente:
Digite *#06#
confira se as 2 numerações de IMEI estão iguais ou começando com 1. então ANOTE!!!.
Ainda no Celular
Digite no celular !!!!
*#3646633# - opção 2 "dispositivo",
depois
opção 7 "Ajuste do Uart"
opção 1 "UART Setting"
opção 2 mude para USB Port.
então clique em OK ou esta bem, o celular vai desligar em 3 segundos isso é normal.
"ATENÇÃO"
Retire os chip's do celular e ligue.
Anote o Imei do celular, q está atraz da Bateria, só os 14 primeiros digitos, o ultimo não precisa.
Instale e abra o programa "MTK EMEI" - EMEI.
conecte o cel ao computador.
No pc, vá em painel de controle > sistema > aba hardware > gerenciador de dispositivo > procure por Portas COM e veja onde está o seu cel (vai estar +- USB ....COMX, onde X é o número da porta com q seu cel está, anote esse número.
No computador, entre no programa IMEI e vá na aba (Configuration)...
depois clique em "enter configuration mode"...
coloque a senha em maiúscula: MIADM (e clique em ok)...
Coloque o número da porta COM (que vc descobriu acima) no campo "COM§°:"
selecione "write sim card 2 emei" o meu deu certo com a "write sim card 2 emei" veja qual o slot aparece Emergência.
No campo "Current IMEI" apague o que vai estar lá (talvez esteja vazio) e coloque os 14 digitos copiados do cel (esqueça o 15° número).
Deixe desmarcada a opção AUTO GENERATE IMEI
Clique em "save all configurations"
Após isso o programa vai pedir para ser fechado. feche-o e o abra em seguida.
Na aba OPERATION vai estar o IMEI INPUT...veja se é o mesmo número que você colocou anteriormente. No meu não constava o IMEI nesse campo, ai eu digitei ele novamente.
Clique em "start".
Pronto... feche o programa.... desconecte o cel do computador..
Desligue o cel... espere alguns segundos coloque o chip e religue-o.
Já deve estar funcionando normalmente....
Pronto ... agora é só colocar o chip e falar a vontade...
abraços
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chip emergência vivo oi claro tim,
HIPHONE Emergência,
IMEI
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Instalação Oracle no Ubuntu
Este tutorial pretende mostrar como instalar o Oracle Express no Ubuntu Server.
Sobre este tutorial:
Baseado na distribuição Ubuntu 6.0.6 LTS Server.
Dificuldade de execução: Fácil
Nível de conhecimento: Médio
Pré-requisitos
Fundamentos de administração do sistema operacional (familiaridade com terminal, conhecimento de conceitos, instalação de pacotes, configuraçao de ambiente)
Conhecimentos básicos sobre o banco de dados Oracle
Entendimento do que se quer fazer
Para os apressados
Se você não quer “perder tempo” com conceitos, ou só quer uma “receita de bolo”, aqui está:
sudo su -dd if=/dev/zero of=/swap.img bs=1048576 count=2048
mkswap /swap.img
swapon /swap.img
echo "deb http://oss.oracle.com/debian unstable main non-free" >> /etc/apt/sources.list
apt-get -y update
apt-get -y install libaio bc
apt-get -y install oracle-xe-universal
/etc/init.d/oracle-xe configure
cat <<>> /home/oracle/.bashrc
ORACLE_HOME=/usr/lib/oracle/xe/app/oracle/product/10.2.0/server
PATH=$PATH:$ORACLE_HOME/bin
export ORACLE_HOME
export ORACLE_SID=XE
export PATH
EOF
/etc/init.d/oracle-xe restart
Com os comandos acima, você já deve ter rodando uma instalação do Oracle Express totalmente funcional em seu servidor. Aogra vamos saber o porquê de cada comando, e aprofundarmos um pouco mais no assunto.
Preparando o ambiente
Para iniciar os trabalhos, vamos logo entrando como usuário root:
sudo su -
O comando sudo é velho conhecido, serve para rodar comandos com permissões administrativas. O comando “su -” indica que queremos nos tornar root (e permanecer assim), carregando o seu profile como se fosse um novo login.
Antes de mais nada, o Oracle é um banco que necessita de muita memória RAM. Mas acredito que você já saiba disso. Inclusive, durante a instalação, ele checa a quantidade de memória física e de Swap que você tem no sistema operacional, e decide se continua ou não. Uma boa forma de contornar problemas deste tipo, é adicionar uma boa quantia de memória swap, mesmo que temporariamente, antes de começarmos.
dd if=/dev/zero of=/swap.img bs=1048576 count=2048
mkswap /swap.img
swapon /swap.img
O primeiro comando cria um arquivo, vazio, de nome swap.img na raiz de nosso sistema de arquivos, de tamanho 2Gb. O comando mkswap cria a estrutura e o “filesystem” de swap neste arquivo, e, por fim, o comando swapon o ativa, adicionando ao swap do sistema temporariamente. O instalador do Oracle necessita de 1,5GB de Swap para 256M de RAM física, e 1,0GB de Swap para 512M de RAM, se desejar, ajuste os valores de acordo com sua necessidade.
Arquivos de swap, geralmente possuem um pouco mais de overhead do que se utilizarmos partições, portanto, se você for utilizar em produção, vale a pena deixar uma partição específica para swap.
Outra checagem que o pacote de instalação faz, é quanto à memória RAM instalada fisicamente. Se você não tiver pelo menos 256 MB de RAM, o instalador se recusa a continuar.
Obtendo e Instalando
Existem duas formas de obter e instalar o Oracle. A primeira, é utilizando o sistema de repositórios e adicionando o repositório da Oracle. Pode-se editar manualmente o seu arquivo sources.list ou utilizar o seguinte comando:
echo "deb http://oss.oracle.com/debian unstable main non-free" >> /etc/apt/sources.list
Existem 3 pacotes no repositório da Oracle:
- oracle-xe : Oracle Database 10g Express Western European Edition
- oracle-xe-client : Oracle Client 10g Express Edition
- oracle-xe-universal : Oracle Database 10g Express Universal Edition
Escolha um, e a partir deste momento, é só seguir o usual:
apt-get update
apt-get install oracle-xe-universal
Este pacote depende da biblioteca libaio e do pacote bc, que são baixados automaticamente. Durante a instalação, algumas checagens são feitas, e caso algo não esteja de acordo, um aviso é emitido.
Quem já instalou antes o banco em seus outros sabores deve esperar agora alguns ajustes de kernel. Geralmente, o próprio pacote já faz estes ajustes, portanto, não vamos nos preocupar com isso de momento, deixando para fazer algum ajuste fino no caso de um servidor em produção somente.
Outra forma de instalar o banco de dados, é visitando a página da Oracle para baixar o arquivo contendo o pacote .deb e instalando-o manualmente. Se, assim como eu, você também prefere não misturar coisas no seu arquivo sources.list, esta é a maneira mais correta. Visite o endereço:
http://www.oracle.com/technology/software/products/database/xe/index.html
E baixe o arquivo .deb. Após, basta utilizar os comandos:
apt-get install libaio bc
dpkg -i oracle-xe-universal_10.2.0.1-1.0_i386.deb
Nesta forma de instalação, as checagens e os ajustes do sistema operacional também são executadas.
Configurando o serviço
Para configurar os parâmetros iniciais, utilize o seguinte comando:
/etc/init.d/oracle-xe configure
Ele irá solicitar algumas informações, como a porta da ferramenta Web, do listener, bem como a senha para ser utilizada pelo SYS e SYSTEM. Recomendo usar os valores padrão para as portas, e utilizar uma ótima senha para o banco, de preferência diferente da sua senha de root e de seu usuário.
Resta agora configurar as opções de acesso e variáveis de ambiente dos usuários no sistema operacional. Abra o arquivo .bashrc do usuário oracle, e inclua o seguinte:
ORACLE_HOME=/usr/lib/oracle/xe/app/oracle/product/10.2.0/server
PATH=$PATH:$ORACLE_HOME/bin
export ORACLE_HOME
export ORACLE_SID=XE
export PATH
Adicione estas mesmas linhas para outros usuários que você quer que tenham acesso ao Oracle, ou edite o arquivo /etc/bash.bashrc para extender esta configuração a todos os usuários do sistema. Geralmente, só o usuário oracle já é suficiente.
Outras configurações podem ser feitas, mas neste ponto você já tem o banco totalmente operacional.
Testando e Utilizando
Ainda como root, use o seguinte comando para se tornar o usuário oracle:
su - oracle
No prompt que surge, abra o sqlplus
sqlplus sys as sysdba
Aqui, é possível criar usuários, objetos e tudo o mais que um banco necessita. Mas existe uma forma mais fácil, que é através da ferramenta de administração Web. Ela vem liberada para escutar na porta que você configurou anteriormente, mas somente pode ser acessada pela máquina local. Se você estiver em outra máquina e, espero, esta esteja rodando linux, basta utilizar o seguinte comando na máquina cliente:
ssh -L 8080:localhost:8080 usuario@ip.do.seu.servidor
Com isso, estamos mapeando a porta 8080 da máquina cliente para a porta 8080 do servidor. É só abrir o navegador, e acessar:
http://localhost:8080/apex/
Na página que se abre, utilize o usuário system e a senha definida anteriormente. Agora, é só criar seus usuários e começar a utilizar o banco.
Dicas finais
Caso você esteja instalando na própria máquina, não em um servidor, e dispõe de interface gráfica, algumas aplicações estão disponíveis em /usr/share/applications, com o prefixo oracleexe-, para você adicionar à área de trabalho ou aos menus.
Por padrão, os arquivos de dados estão em /usr/lib/oracle/xe/oradata/XE. Você pode parar o banco, mover este diretório para outro lugar (outra partição ou até mesmo outro disco, por exemplo), e criar um link simbólico apontando para a nova localização, reiniciando o banco em seguida.
Ao parar e iniciar o banco, você pode usar os comandos do listener do próprio oracle ou, para facilitar, usar os comandos disponibilizados por /etc/init.d/oracle-xe (inclusive checar o status do banco).
Quando for configurar um client (em uma máquina windows, por exemplo) lembre-se que o OracleID deste banco é, por padrão, “XE”.
Sobre este tutorial:
Baseado na distribuição Ubuntu 6.0.6 LTS Server.
Dificuldade de execução: Fácil
Nível de conhecimento: Médio
Pré-requisitos
Fundamentos de administração do sistema operacional (familiaridade com terminal, conhecimento de conceitos, instalação de pacotes, configuraçao de ambiente)
Conhecimentos básicos sobre o banco de dados Oracle
Entendimento do que se quer fazer
Para os apressados
Se você não quer “perder tempo” com conceitos, ou só quer uma “receita de bolo”, aqui está:
sudo su -dd if=/dev/zero of=/swap.img bs=1048576 count=2048
mkswap /swap.img
swapon /swap.img
echo "deb http://oss.oracle.com/debian unstable main non-free" >> /etc/apt/sources.list
apt-get -y update
apt-get -y install libaio bc
apt-get -y install oracle-xe-universal
/etc/init.d/oracle-xe configure
cat <<>> /home/oracle/.bashrc
ORACLE_HOME=/usr/lib/oracle/xe/app/oracle/product/10.2.0/server
PATH=$PATH:$ORACLE_HOME/bin
export ORACLE_HOME
export ORACLE_SID=XE
export PATH
EOF
/etc/init.d/oracle-xe restart
Com os comandos acima, você já deve ter rodando uma instalação do Oracle Express totalmente funcional em seu servidor. Aogra vamos saber o porquê de cada comando, e aprofundarmos um pouco mais no assunto.
Preparando o ambiente
Para iniciar os trabalhos, vamos logo entrando como usuário root:
sudo su -
O comando sudo é velho conhecido, serve para rodar comandos com permissões administrativas. O comando “su -” indica que queremos nos tornar root (e permanecer assim), carregando o seu profile como se fosse um novo login.
Antes de mais nada, o Oracle é um banco que necessita de muita memória RAM. Mas acredito que você já saiba disso. Inclusive, durante a instalação, ele checa a quantidade de memória física e de Swap que você tem no sistema operacional, e decide se continua ou não. Uma boa forma de contornar problemas deste tipo, é adicionar uma boa quantia de memória swap, mesmo que temporariamente, antes de começarmos.
dd if=/dev/zero of=/swap.img bs=1048576 count=2048
mkswap /swap.img
swapon /swap.img
O primeiro comando cria um arquivo, vazio, de nome swap.img na raiz de nosso sistema de arquivos, de tamanho 2Gb. O comando mkswap cria a estrutura e o “filesystem” de swap neste arquivo, e, por fim, o comando swapon o ativa, adicionando ao swap do sistema temporariamente. O instalador do Oracle necessita de 1,5GB de Swap para 256M de RAM física, e 1,0GB de Swap para 512M de RAM, se desejar, ajuste os valores de acordo com sua necessidade.
Arquivos de swap, geralmente possuem um pouco mais de overhead do que se utilizarmos partições, portanto, se você for utilizar em produção, vale a pena deixar uma partição específica para swap.
Outra checagem que o pacote de instalação faz, é quanto à memória RAM instalada fisicamente. Se você não tiver pelo menos 256 MB de RAM, o instalador se recusa a continuar.
Obtendo e Instalando
Existem duas formas de obter e instalar o Oracle. A primeira, é utilizando o sistema de repositórios e adicionando o repositório da Oracle. Pode-se editar manualmente o seu arquivo sources.list ou utilizar o seguinte comando:
echo "deb http://oss.oracle.com/debian unstable main non-free" >> /etc/apt/sources.list
Existem 3 pacotes no repositório da Oracle:
- oracle-xe : Oracle Database 10g Express Western European Edition
- oracle-xe-client : Oracle Client 10g Express Edition
- oracle-xe-universal : Oracle Database 10g Express Universal Edition
Escolha um, e a partir deste momento, é só seguir o usual:
apt-get update
apt-get install oracle-xe-universal
Este pacote depende da biblioteca libaio e do pacote bc, que são baixados automaticamente. Durante a instalação, algumas checagens são feitas, e caso algo não esteja de acordo, um aviso é emitido.
Quem já instalou antes o banco em seus outros sabores deve esperar agora alguns ajustes de kernel. Geralmente, o próprio pacote já faz estes ajustes, portanto, não vamos nos preocupar com isso de momento, deixando para fazer algum ajuste fino no caso de um servidor em produção somente.
Outra forma de instalar o banco de dados, é visitando a página da Oracle para baixar o arquivo contendo o pacote .deb e instalando-o manualmente. Se, assim como eu, você também prefere não misturar coisas no seu arquivo sources.list, esta é a maneira mais correta. Visite o endereço:
http://www.oracle.com/technology/software/products/database/xe/index.html
E baixe o arquivo .deb. Após, basta utilizar os comandos:
apt-get install libaio bc
dpkg -i oracle-xe-universal_10.2.0.1-1.0_i386.deb
Nesta forma de instalação, as checagens e os ajustes do sistema operacional também são executadas.
Configurando o serviço
Para configurar os parâmetros iniciais, utilize o seguinte comando:
/etc/init.d/oracle-xe configure
Ele irá solicitar algumas informações, como a porta da ferramenta Web, do listener, bem como a senha para ser utilizada pelo SYS e SYSTEM. Recomendo usar os valores padrão para as portas, e utilizar uma ótima senha para o banco, de preferência diferente da sua senha de root e de seu usuário.
Resta agora configurar as opções de acesso e variáveis de ambiente dos usuários no sistema operacional. Abra o arquivo .bashrc do usuário oracle, e inclua o seguinte:
ORACLE_HOME=/usr/lib/oracle/xe/app/oracle/product/10.2.0/server
PATH=$PATH:$ORACLE_HOME/bin
export ORACLE_HOME
export ORACLE_SID=XE
export PATH
Adicione estas mesmas linhas para outros usuários que você quer que tenham acesso ao Oracle, ou edite o arquivo /etc/bash.bashrc para extender esta configuração a todos os usuários do sistema. Geralmente, só o usuário oracle já é suficiente.
Outras configurações podem ser feitas, mas neste ponto você já tem o banco totalmente operacional.
Testando e Utilizando
Ainda como root, use o seguinte comando para se tornar o usuário oracle:
su - oracle
No prompt que surge, abra o sqlplus
sqlplus sys as sysdba
Aqui, é possível criar usuários, objetos e tudo o mais que um banco necessita. Mas existe uma forma mais fácil, que é através da ferramenta de administração Web. Ela vem liberada para escutar na porta que você configurou anteriormente, mas somente pode ser acessada pela máquina local. Se você estiver em outra máquina e, espero, esta esteja rodando linux, basta utilizar o seguinte comando na máquina cliente:
ssh -L 8080:localhost:8080 usuario@ip.do.seu.servidor
Com isso, estamos mapeando a porta 8080 da máquina cliente para a porta 8080 do servidor. É só abrir o navegador, e acessar:
http://localhost:8080/apex/
Na página que se abre, utilize o usuário system e a senha definida anteriormente. Agora, é só criar seus usuários e começar a utilizar o banco.
Dicas finais
Caso você esteja instalando na própria máquina, não em um servidor, e dispõe de interface gráfica, algumas aplicações estão disponíveis em /usr/share/applications, com o prefixo oracleexe-, para você adicionar à área de trabalho ou aos menus.
Por padrão, os arquivos de dados estão em /usr/lib/oracle/xe/oradata/XE. Você pode parar o banco, mover este diretório para outro lugar (outra partição ou até mesmo outro disco, por exemplo), e criar um link simbólico apontando para a nova localização, reiniciando o banco em seguida.
Ao parar e iniciar o banco, você pode usar os comandos do listener do próprio oracle ou, para facilitar, usar os comandos disponibilizados por /etc/init.d/oracle-xe (inclusive checar o status do banco).
Quando for configurar um client (em uma máquina windows, por exemplo) lembre-se que o OracleID deste banco é, por padrão, “XE”.
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instalando oracle ubuntu,
oracle no ubuntu
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Limpar o Cache do Squid 2.6
Após notar algumas dificuldades em limpar o cache do squid 2.6 (Debian) resolvi colocar um passo-a-passo para facilitar a vida de todos =)
mãos a obra
abra o terminal e pare o serviço do squid
# /etc/init.d/squid stop
ou
# service squid stop
em seguida
acesse o diretório onde esta o cache e de o comando de exclusão total
# cd /var/spool/squid/
# rm -rf *
Agora reconstrua os diretórios
# squid -z
Inicie novamente os serviços
# /etc/init.d/squid start
ou
# service squid start
e pronto caso encerrado.
abraços a todos
mãos a obra
abra o terminal e pare o serviço do squid
# /etc/init.d/squid stop
ou
# service squid stop
em seguida
acesse o diretório onde esta o cache e de o comando de exclusão total
# cd /var/spool/squid/
# rm -rf *
Agora reconstrua os diretórios
# squid -z
Inicie novamente os serviços
# /etc/init.d/squid start
ou
# service squid start
e pronto caso encerrado.
abraços a todos
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